Dicas rápidas pros it pobrinhos em Nova York

Dicas rápidas pros it pobrinhos em Nova York

Pra ir e vir: faça um Metrocard de uma semana pra não ter que ficar comprando ticket toda hora (custa 31 dolares a semana).

Pra ter 4g e humilhar as inimigas no instagram: compre um chip de 10 dolares + algo em torno de 3 dolares o dia da T Mobile, além do 4G você pode fazer ligações locais e mandar SMS pras marcar os rolês com os amigos que conhecer na balada.

Pra não se individar: compre todas as muambas de fast fashion e farmácia no primeiro dia, lentamente e sem pressa prove as lojas inteiras, assim mata a vontade de entrar em cada H&M, algo desnecessário (eu juro).

Pra não cair na tentação de comprar roupa todos os dias: marque jantares cedo, seguidos de baladas, assim fica com bode de carregar sacolas no restaurante e na buáti.

Pra não ver seus dólares evaporando: não compre presente pra ninguém. Infelizmente a realidade é essa e as pessoas que fiquem felizes que você viajou e trouxe histórias pra contar.

Pra ter uma dieta balanceada e barata: coma hot dog, hambuger e todas as porcarias baratas e deliciosas que só os Estados Unidos proporcionam, quando voltar pra casa se interne na academia.

Pra não usar cartão de crédito e chorar depois: faça um Travel Money, pra comprar no débito e não levar susto no crédito quando chegar em casa, eles são aceitos em todo lugar e dá pra recarregar no caso de fazer a louca e ligar pra mãe chorando pedindo uma doação de 200 dólares. Tem no seu banco mas nessa viagem nós ganhamos o CI Travel Money pra testar da CI, que é mais que minha parceira e já me mandou pra passar um mês em Barcelona (it pobrinha também ganha presentes daora, viu?).

Lambe-lambe cadavérico

Lambe-lambe cadavérico

O street-artist e ilustrador francês Eric Lacan, aka Monsieur Qui, é bem conhecido pelos grandes lambe-lambes que anda colando por Paris, Marseilles e Londres.

Suas formas expressivas contém faces femininas para detalhar caveiras e outras coisas. Monsieur Qui diz que seu estilo “imediatamente o atraiu: intervir na rua, transformando lugares, gerando uma imagem com um impacto significativo, sem precisar das ferramentas tradicionais do graffiti.”