Agents of S.H.I.E.L.D

Agents of S.H.I.E.L.D

O rebuliço que o filme Os Vingadores causou na comunidade nerd foi tamanho que a Marvel decidiu presentear os fãs de HQs com a série Agents of S.H.I.E.L.D., sobre a agência de espionagem responsável por monitorar as atividades de todos os super-heróis deste e de outros planetas. A saga estreia no canal Sony nesta quinta-feira, às 21h.

Na cidade de Los Angeles, o evento que exibiu o primeiro episódio da série à imprensa internacional mais parecia uma filial da tal agência de espiões. Para manter o sigilo sobre o conteúdo, não foi permitido fotografar ou filmar durante a sessão. Os próprios atores precisaram manter sigilo completo sobre tudo o que acontece no set de gravações.

“A gente tem que se gostar muito, porque só podemos falar uns com os outros”, disse, rindo, a atriz Ming-Na Wen, que dá vida à agente Melinda May, expert em pilotar “qualquer traquitana que voe”.

Um dos produtores do seriado, Jeph Loeb tentou explicar o cuidado com o vazamento de informações, durante o evento.

“Queremos voltar ao tempo em que as famílias se reuniam na sala para assistir ao capítulo novo da novela”, justificou Loeb, em tom saudosista.

Produzida pelo diretor de Os Vingadores, Joss Whedon, a primeira série de TV da Marvel, editora de quadrinhos comprada pela Disney, tem todos os elementos para se tornar um hit: cenas de ação de tirar o fôlego, explosões, tiradas engraçadas e, claro, seres com poderes extraordinários. O protagonista é o agente Phil Coulson, supostamente morto no filme que reunia Hulk, Homem de Ferro, Capitão América, Thor e outros. Vivido pelo ator Clark Gregg, o espião retorna ao mundo dos vivos para recrutar e gerenciar uma nova equipe da organização S.H.I.E.L.D. – em português, algo como departamento nacional de intervenção, execução e estratégia. Para o ator, o papel de protagonista da série foi uma surpresa.

“Estava certo de que tinha morrido. E estava bem triste. Aí recebi um telefonema. Quando Joss me explicou o que ele tinha em mente, era ridiculamente legal. Eu estava sangrando no chão e agora estou montando uma equipe! Vão me tirar do papel de coadjuvante e me colocar como líder”, comentou Gregg, durante a Comic-Con, em San Diego.

Como a morte de Coulson aconteceu, porém, é um grande mistério. “Ele acha que sabe como aconteceu (sua suposta morte), mas há mais na história do que ele pensa”, revelou Gregg, no evento de apresentação do seriado à imprensa, uma semana depois da feira de quadrinhos.

Para Joss Whedon, o agente – que teve aparições nos filmes Homem de Ferro, Thor e Os Vingadores – fez tanto sucesso porque os espectadores ansiavam por um personagem “vulnerável e mortal”. Sua suposta morte até desencadeou o movimento Coulson Lives (Coulson Vive) nas redes sociais.

“Phil é o cara que firma os filmes da Marvel no chão. Ele representa o cidadão comum que tem que viver em um mundo de super-heróis. É a pessoa que limpa a sujeira e dá um jeito de as pessoas viverem entre monstros e deuses”, define Joss. “Ele também tem um tom debochado. Só o Phil chega para o Thor e diz, zombando: “Capa maneira, hein, cara”.
De acordo com o roteirista da série, Jed Whedon, irmão de Joss, haverá um desafio a cada semana, mas não necessariamente um vilão diferente por episódio. A chamada “mitologia da Marvel” aparecerá, sim, nos capítulos, mas Jed avisa que não haverá “citações gratuitas” às HQs ou aos filmes.

“Vai haver uma sinergia com outros filmes da Marvel, mas essa não é a razão por trás do programa. As citações só serão feitas se fizerem sentido dentro da história”, afirmou Jed, ressaltando: “A série vai funcionar para quem nunca viu os filmes. Não é preciso ser um expert em quadrinhos para se divertir assistindo”.

Como a S.H.I.E.L.D. é uma agência transnacional, haverá cenas em diversos países. Paris, por exemplo, é o cenário de um dos primeiros episódios. E os fãs podem esperar carros voadores e gadgets incríveis – que se tornaram típicos da agência nas HQs. Porém, os produtores ressaltam que esta será uma série sobre humanos, não máquinas.

“Queríamos ter certeza que o investimento nos personagens seria tão grande quanto a ação. Desejo que as pessoas acompanhem a série para ver a evolução dos personagens”, frisou Joss.

Roar

O primeiro single do álbum Prism, já é um sucesso global, e depois de um fim de semana relativamente trabalhoso para Katy – com o acidente envolvendo o Golden Truck do álbum e o vazamento do single na rede – a cantora pode finalmente comemorar os bons resultados que seu mais novo trabalho está lhe ofertando.

A crítica internacional recebeu muito bem o lançamento de “Roar” ao descrever o single como um dos mais empolgantes do ano, além de revelar ser esse, uma das mais maduras e bem construídas canções feitas pela cantora. Confira:
Entertainment Weekly

“Roar” chegou, e é apenas tão inspirador quanto seu antigo megahit “Firework”. A música, claramente, tem uma batida dos anos 90′s — parte da letra: “I got the eye of the tiger, the fire/Dancing through the fire, ’cause I am a champion/And you’re gonna hear me roar” — provavelmente irá se tornar um hino da temporada de futebol americano (os Bengals* deveriam enviar um cheque para ela agora). [*Bengals é um time de futebol americano, cujo mascote é um tigre].
Zap2It

Seja lá quem for que vazou ”Roar” antes da hora, com certeza terá muitos problemas por isso, mas não podemos agradecê-lo o bastante – soa demais!

O hino é completamente “girl power”, com Perry cantando sobre encontrar a sua voz e a sua força para representar aquilo em que ela acredita. Nós estamos amando essa versão poderosa de Perry, e mal podemos esperar para ouvir o resto do álbum quando for oficialmente lançado.
Rolling Stone

Com essa batida pop fácil e refrões repetidos de “You held me down but I got up” e “You’re gonna hear me roar” o single atinge uma nota determinante para o novo álbum.
Sugarscape

Após termos tido cerca de cinquenta milhões de teasers do single, nós supomos que seria diferente do Teenagre Dream, mas a música é bastante feroz, com um refrão arrebatador que nós garantimos que provavelmente ficará preso em suas cabeças pelos próximos três meses. É só um aviso.
Under the Gun Review

A música é a primeira de Prism a vir à tona, e assim como os críticos e os fãs esperavam, apresenta um novo e evoluído som para a garota uma vez conhecida por beijar outras garotas. Assim como a música “We Can’t Stop” da Miley, a faixa foge da influência de Guetta que dominou o pop nos últimos anos, e tem uma abordagem muito mais simples, porém mais poderosa. Não é muito sobre criar uma faixa dance do início ao fim, mas você logo baterá os seus pés, criando um acompanhamento musical adequado para levar para casa a letra inspiradora. Perry quer que você queira gritar o refrão do fundo dos seus pulmões, e graças à produção brilhante, ela consegue isso muito antes do refrão maior-que-a-vida entrar.
Metro

A música sozinha é típica de Katy Perry, e ainda que não seja contundente como algum de seu material do álbum One Of The Boys, há uma mudança definitiva do estilo de música da era Teenage Dream.

Roar é uma música energética e inspiradora que vê Katy cantar sobre sair de sua concha e ir enfrentar o mundo.
HitFix

A boa notícia é que, musicalmente, não se parece com nenhum single anterior de Perry (ainda que tematicamente tenha o mesmo espírito inspirador de “Firework”). É uma música de afirmação, e muito inteligente uma vez que é a primeira faixa que ouvimos dela desde a separação de Russell Brand. Ela nos deixa saber em seu mid-tempo que ela não está apenas bem, mas que foi “do zero à minha própria heroína”. Assim como Survivor, ela tem até mesmo “o olho do tigre” à sua disposição. Ela tem um zoológico inteiro, desde uma abelha até uma borboleta. Dr. Luke produziu a faixa, escrita por Perry, Dr. Luke e Bonnie McKee.
Hollywood Life

A música é um clássico de Katy (no bom sentido), um pop completo que te move pelas emoções e te leva em um passeio inspirador. É um claro descendente de “Teenage Dream” e “Firework”.

Essa definitivamente irá fazer todo mundo cantar junto por muito tempo.
LA Times

Mesmo vazando online alguns dias antes da premiere agendada para segunda, “Roar” é Perry em seu melhor: distribuindo uma confecção doce e pop, com um pouco de pimenta – pense em pimenta sobre balas doces. Movida pelo tipo de batida que induz a bater o pulso nos carros, pistas de danças e estádios, o pop inspirador e com pegada rock tem a cantora libertando um incêndio triunfante após ter passado pelo “término” com um antigo amor (lembre daquelas menções a Russell Brand).

“Roar” não carrega aquela pegada descarada e ardente de singles pós-divórcio como “Wide Awake” e “Part Of Me”, mas a habilidade de Perry para elaborar hinos pop onipresentes permanece intocada.
Popcrush

Você mal terminará de ouvir uma vez, e a voz de Perry e a batida se instalarão em seu cérebro pelas próximas horas. Em resumo, é Katy Perry por completo. Ela é a campeã da música pop – ouça o seu “Roar” no que deve ser o seu próximo número 1. (Deu nota 4.5/5)
Fuse

Esse hino é como “Firework” com mais pimenta, e tem o padrão do karaokê do futuro. Então, sim, você gritará a música em sua escova de cabelo.
Headline and Global News

Ainda que não seja tão dark e sombria como alguns fãs estavam esperando (baseado no vídeo promocional em que a estrela queima sua peruca azul), relembra os seus bem sucedidos singles “Part Of Me” e “Wide Awake” com as suas letras inspiradoras, embora não sejam tão grudentas ou poderosas.
Popdust

Com o vazamento antecipado de “Roar”, o primeiro single do novo álbum, nós temos uma resposta: ela ainda está fazendo pops voltados para as rádios, mas os babados doces e coloridos foram retirados por uma sensação maior – é chiclete filtrado através da gangue de folk rock de Mumford e Lumineers. Nós também ouvimos um pouco de Rusted Root na forma em que Katy canta suas vogais em direção aos céus, o que não é uma coisa ruim de jeito nenhum.
Idolator

O charme de “Roar” repousa mais na habilidade das músicas de rádio em fazer qualquer um que a ouça sorrir, e menos no fato de que Perry tenha sofrido qualquer tipo de evolução artística neste ponto de sua carreira. Dito isso, é difícil evoluir e ainda assim manter a viabilidade comercial, então, no fim, Katy sem dúvidas está certa na posição em que ela quer estar.
Radio News

O primeiro single de Prism de Perry, “Roar” tem uma sensibilidade pop mais alinhada com Florence and The Machine do que a Britney ou Rihanna. A letra tem uma mentalidade guerreira, com Perry cantando sobre retornar mais forte do que nunca, depois de problemas emocionais (como um divórcio, talvez?).
Examinador
Ela abandonou o som electro-pop de seu “Teenage Dream” em favor de uma produção mais simples sobre este projeto. Crescendo em batidas e sintetizadores, Perry se mostra confiante, “I am a champion and you’re gonna hear me roar”. Ela canta como que canalizando uma crueza de Adele. “Roar” é um título importante como viver de acordo com Katy, mas usando-a com o seu espírito feroz que brilha.
Popbyte
Eu acho que é a escolha perfeita (uma colaboração do Dr.Luke & Bonnie McKee) para o papel principal de single do próximo álbum da Katy, Prism. No entanto, o grande Prism pode vir a ser, simplesmente uma maneira de Katy pode superar seu esforço anterior, Teenage Dream, que é seriamente um dos álbuns pop mais perfeitamente trabalhados da história!
DailyMail
Roar é sua canção mais adulta, no entanto, as letras, marcam a história de uma mulher decidida e ansiosa para aprender com seus erros.
Contemplando ainda as críticas sobre o novo single Roar, a MTV publicou uma matéria especial sobre o trabalho da cantora, firmando que Roar trouxe junto com ele o poder do pensamento positivo com resultados poderosos. Deixando claro, que Katy, ao longo das últimas semanas, colocou o passado no devido lugar, e que apesar de suas novas unidades individuais, ala está de volta, mais ousada e mais malvada do que nunca. “Você não pode detê-la, e você certamente não pode derrubá-la. Ela é um leão, e você vai ouvir o seu rugido“, concluiu o noticiário.