the bionic project

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Após todas as acusações apontadas pelo blogueiro Perez Hilton de que Lady Gaga havia planejado sabotagem ao álbum “Bionic” de Christina Aguilera, sabotagem que o próprio blogueiro participou, os fãs de Aguilera agora clamam por justiça pelo álbum, lançado em 2010.
Os fãs de Christina Aguilera agora planejam dar o troco e criaram a campanha “The Bionic Project”, que consiste em comprar o “Bionic” no iTunes a partir do dia 11 de novembro, mesma data do lançamento do novo álbum de Lady Gaga, o “ARTPOP”.

A campanha já ganhou página no Facebook, que pode ser acessada pelo link https://facebook.com/TheBionicProject e foi rapidamente apoiada e divulgada pelo blogueiro Perez Hilton, uma vez sabotador do “Bionic”, que também clama por justiça.

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applause

Lady Gaga prometeu e cumpriu. Na manhã desta segunda-feira, a cantora esteve nos estúdios do programa Good Morning America, em Nova York, onde lançou o clipe de Applause, primeiro single de ARTPOP. O vídeo é o primeiro da cantora em quase dois anos.
Première19/08/2013 | 09h49
Lady Gaga lança clipe de “Applause”, primeiro single de ARTPOP
Faixa foi divulgada pela cantora na última segunda, uma semana antes do esperado
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Lady Gaga lança clipe de “Applause”, primeiro single de ARTPOP Divulgação/Divulgação
Foto: Divulgação / Divulgação

Lady Gaga prometeu e cumpriu. Na manhã desta segunda-feira, a cantora esteve nos estúdios do programa Good Morning America, em Nova York, onde lançou o clipe de Applause, primeiro single de ARTPOP. O vídeo é o primeiro da cantora em quase dois anos.

Dirigido pelos fotógrafos Inez e Vinoodh, da equipe criativa da Haus of Gaga, o vídeo tem uma atmosfera circense. Além do pierrô, que aparece nas primeiras fotos de divulgação de ARTPOP, Gaga vira a Vênus de Boticelli e até um cisne negro.

Veja o clipe de Applause:

Uma semana antes do previsto, Gaga liberou a faixa na última segunda-feira. Applause havia caído na rede em versão demo, o que irritou a artista.

— Devido a hackers e a uma abundância de versões em alta e baixa qualidade, nós emitimos uma emergência na música pop — declarou a estrela em sua página no Facebook.

A Mother Monster convocou seus monstrinhos para espalharem a faixa, que já está tocando nas rádios norte-americanas. Com forte pegada eletrônica, Applause é produzida pelo DJ White Shadow, que trabalhou com a cantora em músicas como Born This Way e The Edge of Glory.

Aguardado sucessor de Born This Way, de 2001, ARTPOP entra em pré-venda a partir de 1º de setembro e deve chegar às lojas no dia 11 de novembro.

>> Lady Gaga é uma camaleoa do showbiz

Mais do que um álbum, o trabalho foi descrito pela Haus of Gaga como uma experiência multimídia, ao estilo de Biophilia, mais recente disco da excêntrica islandesa Björk.

— Criado pela TechHAUS, braço tecnológico da Haus Of Gaga, o app é uma experiência musical e visual que combina música, arte e moda em uma nova forma de interação global chamada “the auras”. Em um novo conceito de social media, estamos levando a cultura artística para dentro do universo pop em um expedição Warholian reversa — explica o texto.

A estrela ainda prometeu uma noite de artRave para o dia 10 de novembro, onde exibirá projetos da Haus of Gaga e colaboradores.

Dirigido pelos fotógrafos Inez e Vinoodh, da equipe criativa da Haus of Gaga, o vídeo tem uma atmosfera circense. Além do pierrô, que aparece nas primeiras fotos de divulgação de ARTPOP, Gaga vira a Vênus de Boticelli e até um cisne negro.

Percy Jackson e o mar de monstros

‘Percy Jackson e o Mar de Monstros‘ (Percy Jackson: Sea of Monsters), sequência de ‘Percy Jackson e o Ladrão de Raios‘, conquistou com louvor o primeiro lugar nas bilheterias nacionais.

O segundo filme da franquia infanto-juvenil foi lançado em 585 salas, sendo 338 delas em 3D, arrecadando ótimos R$ 8 milhões. Com 576 mil ingressos vendidos, o longa teve o dobro da arrecadação do primeiro filme, lançado em 2013.

A sequência nos leva pela jornada épica do jovem semi-deus em busca de seu destino. Para salvar nosso mundo, Percy e seus amigos deverão encontrar o poderoso e mágico Velocino de Ouro.

Crítica 1
Crítica 2

A comédia ‘Gente Grande 2‘ (Sony), com Adam Sandler, entrou em cartaz em 257 salas e decepcionou. Sem grande alarde em sua divulgação e massacrada pela crítica, ficou com a terceira posição – com R$ 3,5 milhões.

Depois de se mudar com a família de volta para a sua cidade natal para estar mais perto dos seus amigos e dos filhos deles, Lenny descobre que, entre os bullies do passado e os novos bullies do presente, motoristas de ônibus esquizofrênicos, policiais bêbados em esquis e 400 penetras numa festa a fantasia, às vezes, a loucura o segue aonde ele for.

Crítica

O filme ’Flores Raras‘ (Imagem), que conta a história de amor da paisagista brasileira Lota de Macedo Soares e da poetisa americana Elizabeth Bishop, dirigido por Bruno Barreto, abriu na sexta posição, com R$ 781,5 mi.

O novo filme de Sofia Coppola, ‘Bling Ring: A Gangue de Hollywood‘ (Diamond), chegou a apenas 44 salas e conquistou a nona posição, arrecadando R$ 444,6 mil

Crítica

Confira o TOP 10 das bilheterias nacionais:

1. Percy Jackson e o Mar de Monstros – R$ 8 milhões
2. Os Smurfs 2 – R$ 3,94 milhões
3. Gente Grande 2 – R$ 3,5 milhões
4. Círculo de Fogo – R$ 2,8 milhões
5. Wolverine: Imortal – R$ 2,7 milhões
6. Flores Raras – R$ 781,5 mil
7. Minha Mãe É Uma Peça – O Filme – R$ 596 mil
8. Meu Malvado Favorito 2 – R$ 517 mil
9. Bling Ring – A Guangue de Hollywood – R$ 444,6 mil
10. RED 2 – Aposentados e Ainda mais perigosos – R$ 374 mil

quando a realidade é melhor do que a ficção

quando a realidade é melhor do que a ficção

Ontem, me prestei a ver a novela Amor à vida. Me prestei – porque eu já sabia que não ia gostar do que ia ver, mas mesmo assim resolvi ver. Pra quem não acompanha a novela, ontem foi ao ar a cena em que Nicole (Marina Ruy Barbosa) morre no altar, depois de saber que seu noivo estava de maracutaia com a sua melhor amiga. Mas ela morreu de que? De câncer? Não, ela morreu de desgosto, no melhor estilo me-segura-que-eu-vou-desmaiar. Mas essa não foi a pior cena – a chegada dela ao “Céu” foi tão medonha que só quem assistiu entende, eu tive vergonha alheia pelos envolvidos! Na verdade, a história toda da Nicole foi M E D O N H A.

Em primeiro lugar, a polêmica do raspa-não-raspa a cabeça. Eu entendo todos os motivos da atriz para não raspar a cabeça – eu mesma acho que não cortaria aquele cabelão lindo se fosse ela – mas, a partir do momento que se assina um contrato para viver uma personagem que tem câncer e que vai fazer quimio, é sabido que vai rolar de perder o cabelo! Se não queria/não podia raspar o cabelo, não devia nem ter aceitado o papel, tenho certeza que muitas atrizes raspariam a cabeça rindo. Mas ok, aceitou o papel e não quis raspar a cabeça.

Dizem que, na história original, Nicole (de cabeça raspada) iria se curar e o noivo falcatrua iria se apaixonar de verdade por ela e largar a pilantragem, e eles viveriam felizes para sempre. Com a recusa da atriz ao novo corte, o autor decidiu mudar a trama – escreveu no twitter inclusive que a história seria “muito romântica, uma das mais lindas que já escrevi”. Desde quando morrer no altar, com câncer, virgem e de olho aberto é uma história romântica?? Em que mundo essa gente vive?!
O que eu fiquei pensando foi: essa história foi boa pra quem? Informou as pessoas sobre o câncer? Não, as informações surgiram todas distorcidas. Nicole teve Linfoma de Hodgkin – a mesma doença que eu tenho – um dos cânceres mais curáveis que existe. E, ao contrário do boletim ~médico ~ da personagem, não existe metástase pulmonar nesse tipo de câncer! É tão errado quanto dizer que a garota tinha câncer de próstata! “Ai, tá, mas é só ficção…” Sabe quantas pessoas se informam através da novela? Sabe quantas pessoas que recém foram, ou vão ser diagnosticadas em breve vão entrar em pânico pensando que esse foi o câncer que matou a personagem? Pior ainda, além de passar informações errôneas sobre a doença, a emissora perdeu a chance de passar uma mensagem positiva!

Chega desse clichê tenho-câncer-não-consigo-mais-sorrir. Muitas pessoas, nesse exato momento, estão encarando um tratamento pesado contra o câncer e sorrindo, trabalhando, dormindo, pagando contas, vendo tv, transando, comendo, xingando o grêmio, sabe? A vida não pára só porque se está doente. Ninguém que tenha amor à vida e um diagnóstico de poucos meses restantes vai ficar chorando tanto quanto essa personagem! Se a Nicole fosse minha amiga eu dava de relho pra parar com o mimimi!
Além disso, essa polêmica de raspar ou não a cabeça não faz nenhum sentido. Exceto por algumas poucas quimios que não causam a queda, perder os cabelos não é uma escolha para quem tem câncer. É um momento triste? Sim, é! Para uns mais, para outros menos, mas todos sentimos a diferença na nossa auto imagem. Essa história de a personagem não cortar o cabelo porque queria estar bonita no altar é tenebrosa – ela estaria com o cabelo todo falhado no dia do casamento! Se tivessem colocado uma touca pra fingir que a atriz estava careca, pelo menos seria mais verossímil. Aí a mensagem que isso tudo passou foi: que ficar careca é feio, que o cabelo define a pessoa, de que quem tem câncer passa o dia choramingo e que o câncer mata.

Pergunto de novo: essa história serviu de inspiração pra quem?! A personagem até poderia morrer, mas que morresse lutando, servindo de inspiração, deixando as pessoas ao redor dela mais felizes, como fizeram o Dr. David Servan-Schreiber, a Hebe, Steve Jobs, e recentemente a querida Talia Castellano, entre tantas outras pessoas que tiveram amor à vida.

circulo de fogo

Não é nada raro para um crítico falar mal de um filme como Transformers e receber comentários do tipo: “Este é um filme de robôs alienígenas gigantes. Não dá pra ser muito exigente.” Pois bem, Círculo de Fogo prova o contrário. Ainda que esteja longe de ser uma obra prima, o longa é muito bem conduzido e pensado de forma inteligente. Conta com sequências de ação empolgantes, em que você percebe a motivação dos seres gigantes e não apenas assiste à uma sucessão de porradarias. Aqui, tudo é menos confuso e, por isso, mais interessante. Você se interessa pelos robôs, pelos aliens e mesmo pelos personagens secundários, o que não acontece nos filmes de Michael Bay, por exemplo, onde nem o diretor se interessa pelas histórias dos personagens, como ficou claro na troca de Megan Fox por Rosie Huntington-Whiteley.