bling ring

Obcecado por celebridades, um grupo de adolescentes nascidos em um endinheirado subúrbio de Los Angeles seguia seus ídolos bem de perto: arrombava suas casas e roubava objetos íntimos, preferencialmente aqueles que ostentavam marcas como Chanel, Gucci, Tiffany, Cartier e Marc Jacobs. Entre 2008 e 2009, a gangue furtou o equivalente a 3 milhões de dólares em roupas, joias e peças de arte de jovens ícones pop como Paris Hilton, Lindsay Lohan e Audrina Patridge.

A história real da audaciosa gangue de Hollywood foi retratada por Nancy Jo Sales, premiada jornalista norte-americana que se especializou em perfis de celebridades. Seu artigo publicado na revista Vanity Fair,“The Suspects Wore Louboutins“, inspirou o novo filme de Sofia Coppola, Bling Ring — a gangue de Hollywood, e originou o livro homônimo que será publicado no Brasil, em julho, pela Intrínseca.
Com direção e roteiro de Coppola — vencedora do Oscar de melhor roteiro original por Encontros e desencontros (2004) —, Bling Ring foi selecionado para abrir Um certo olhar (Un Certain Regard), principal mostra paralela à competição oficial da 66ª edição do Festival de Cannes. O Festival, que acontece entre os dias 15 e 26 de maio, já revelou outras duas produções da diretora, As virgens suicidas (1999), seu filme de estreia baseado no romance homônimo de Jeffrey Eugenides, e o polêmico Maria Antonieta (2006).

Estrelado por Emma Watson, Katie Chang, Israel Broussard e Leslie Mann, Bling Ring tem estreia prevista para 12 de julho no Brasil e participações especiais de Gavin Rossdale, Paris Hilton e Kirsten Dunst (a protagonista de As virgens suicidas e Maria Antonieta). O primeiro clipe do filme divulgado causou furor ao mostrar a queridinha teen Emma Watson fazendo pole dance:
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Para Nancy Jo Sales a história verídica dos garotos de Los Angeles contém temas recorrentes na obra de Coppola: narcisismo, a obsessão com celebridades e o vazio da fama. Em seu artigo publicado na Vanity Fair, Sales reproduz o curioso depoimento prestado por Alexis Neiers, 18 anos, à justiça. Enquanto negava seu envolvimento com a série de roubos, Neiers explicou: “Eu realmente acredito em carma. E acho que essa situação entrou em minha vida para que eu pudesse aprender uma importante lição para crescer e me desenvolver espiritualmente. Posso me ver me transformando em alguém como a Angelina Jolie.”

debutante

A Adidas fez um mini documentário para homenagear o skatista e artista Mark Gonzales pelos 15 anos de casa que ele completa este ano e também pelo “conjunto da obra”. Além de ser considerado o skatista mais influente de todos os tempos pela revista Transworld Skateboarding, “The Gonz”, como é conhecido, também pinta, faz fanzines e escreve poesia – o cara tem até livros publicados.
Agora assista o documentário aqui embaixo e fala se ele não é mesmo incrível!

dia mundial do rock

O dia 13 de julho é conhecido no Brasil como Dia Mundial do Rock. A data celebra anualmente o rock e foi escolhida em homenagem ao Live Aid, megaevento que aconteceu nesse dia em 1985. A celebração é uma referência a um desejo expressado por Phil Collins, participante do evento, que gostaria que aquele fosse considerado o “dia mundial do rock”
Em 13 de julho de 1985, Bob Geldof organizou o Live Aid, um show simultâneo em Londres, na Inglaterra, e na Filadélfia, nos Estados Unidos. O objetivo principal era o fim da fome na Etiópia. O evento chamou a atenção por contar com a presença de muitos artistas famosos na época. Entre os participantes, estavam The Who, Status Quo, Led Zeppelin, Dire Straits, Madonna, Queen, Joan Baez, David Bowie, BB King, Mick Jagger, Sting, Scorpions, U2, Paul McCartney, Phil Collins (que tocou nos dois lugares), Eric Clapton e Black Sabbath
Os shows foram transmitidos ao vivo pela BBC para diversos países e abriram os olhos do mundo para a miséria no continente africano.

Em 2005, 20 anos depois do primeiro evento, Bob Geldof organizou o Live 8, uma nova edição com estrutura maior e shows em mais países. Dessa vez o objetivo foi pressionar os líderes do G8 para perdoar a dívida externa dos países mais pobres e erradicar a miséria do mundo.

No Live 8 o Grupo de Rock Britânico Pink Floyd se reuniu em sua formação clássica pela primeira vez depois de 20 anos de separação.
Apesar de se chamar “Dia Mundial do Rock”, a data só é comemorada no Brasil. Ela começou a ser celebrada em meados dos anos 1990, quando duas rádios paulistanas especializadas em rock – 89 FM e 97 FM – começaram a mencionar a data em sua programação
A celebração foi amplamente aceita pelos ouvintes e, em poucos anos, passou a ser popular em todo o país. Entretanto, essa data é completamente ignorada em todo o resto do mundo.

Outros países e localidades não têm uma data específica para celebrar esse estilo musical ou têm outras datas. Nos EUA, poucas pessoas comemoram a data no dia 9 de julho, em homenagem ao programa “American Bandstand, de Dick Clark, que estreou nessa data. O programa ajudou a popularizar o rock and roll nos EUA.

Unorthodox Jukebox

Unorthodox Jukebox

A ascenção da música eletrônica e do hip-hop fez com que o pop clássico fosse sublimado da cena musical. Com o intuito de agradar o maior número de pessoas possível, os cantores apelam para samples, quase sempre com a participação de algum rapper ou DJ. Este ano, ao menos, este estilo tem um representante digno de seus melhores tempos. Inspirado nos grandes nomes da década de 80, Bruno Mars consegue resgatar a essência do gênero em seu novo disco, Unorthodox Jukebox.

A colaboração de Mark Ronson, ex-produtor de Amy Winehouse, foi um dos grandes trunfos de Mars para poder acertar na escolha das dez faixas. Com um senso retrô afiado, o empresário soube focar o talento do cantor em músicas que exaltam sua voz quase sempre em falsete. Além disso, boa parte das composições têm um som com uma pegada mais analógica, longe das batidas eletrônicas e super limpas, tão comuns nos discos pops atuais.

A inspiração em nomes como Michael Jackson, The Police e Prince não são apenas uma referência que o cantor faz desde a produção do álbum. Ao escutar “Locked Out of Heaven”, é como se estivesse ouvindo uma grande homenagem ao pop rock de Sting e Cia – e melhor, de uma maneira atual e muito bem feita. Em “Moonshine”, um dos melhores exemplares do disco, Mars abusa da modificação na voz – como fez Lionel Richie, por exemplo – e mistura uma bateria seca com leves sintetizadores, que de imediato lembram alguns hits de Prince.

Ainda assim, o grande acerto de Jukebox não está nestas homenagens indiretas. Ao resgatar um som clássico e incluir breves e suaves toques de hip-hop, Mars faz um pop contemporâneo sem se entregar a outros estilos. “Natalie” é um R&B remodelado em alto nível, cheio de frases cortantes ditas por uma voz inspirada e contagiante. Algo parecido acontece em “Treasure”, ainda que seja mais voltado para o soul e o dance dos anos 70. Ambas as faixas mostram a melodia que o cantor já havia revelado em Doo – Wops & Hooligans, seu primeiro disco, mas levam isso a um novo patamar, em que a afinação se une a um ritmo perfeito para o estilo de voz do havaiano.

Tal qual um bom exemplar pop, Unorthodox Jukebox traz baladas interessantes. Ao lado de “Young Girls”, “When I Was Your Man” é uma das poucas músicas lentas do álbum. As duas seguem o padrão de qualidade das música supracitadas, mas denotam um caráter mais biográfico de Mars, que ao tocar o piano de “When I Was…”, faz uma das melhores performances vocais do disco – sem economizar nos suspiros e trejeitos na voz. Mesmo que não atrapalhe o desenvolvimento do álbum, faixas como “Gorilla” e “Money Mokes Her Smile” fazem o nível cair ao dar preferência a combinação de batidas aceleradas com letras fracas. E diferente do que fez na estreia, Mars erra ao enveredar para o reggae em “Show Me”, música que não tem metade da simpatia do pseudo reggae “The Lazy Song”.

A segunda investida da carreira de Bruno Mars é uma das melhores surpresas do ano. Unorthodox Jukebox é uma clara e ótima homenagem ao pop oitentista. E ainda que faça referência a ritmos que um dia dominaram o mundo, seu maior desafio pode estar em agradar à nova geração, que preza por um hip-hop eletrônico e frenético sem que, necessariamente, isso tenha alguma qualidade.

People Like Us

Dirigido por Chris Marrs Piliero, Kelly vive uma pediatra que se envolve num tratamento de uma criança “diferente”. O videoclipe começa com a Clarkson cantando a introdução da canção (we come into this world unknown, but know that we are not alone/viemos desconhecidos a este mundo, mas sabemos que não estamos sozinhos) numa cena de oito segundos. Na cena seguinte, Kelly, com uma dezena de médicos a seus lados, é uma pediatra avaliando uma criança, que parece se sentir nervosa diante da situação. A menina, sentada sob um puff, com olhares nervosos e impacientes, está num quarto cinza, não muito parecido com um quarto normal de hospital. Depois Kelly canta os outros versos da canção, enquanto aparece uma cena de um médico conversando com a menina, seguida por outra da mesma fazendo um tipo de treinamento. Os médicos e crianças a seu lado a observam; segundos depois a jovem aparece numa maca tirando raio x. A menina aparece novamente num quarto cinza e isolada. Ao longo do vídeo, Kelly tenta se aproximar da garota. Segundos depois, Clarkson corre com a menina pelos corredores, fugindo de homens com ternos, logo, as duas estão dentro de um carro vermelho, enquanto os homens correm atrás das duas com um carro preto. Na dezena de segundos finais do vídeo, Kelly desce do carro com a menina; e os homens de terno também. Supreendemente, várias pessoas aparecem cercando Kelly e a garota, como uma proteção. Nos últimos segundos, um flashback rápido do local onde os personagens do clipe estavam até a imagem fora da atmosfera ocoasiona uma grande luz, quando admirávelmente Clarkson dá uma piscadinha de olho para a camêra. A partir disso, o vídeo se encerra.

sugestao de filme: 11-11-11

Depois da trágica morte de sua esposa e filho, o famoso autor norte-americano Joseph Crone viaja do Estados Unidos para Barcelona, Espanha para reunir com seu irmão separado Samuel e seu pai que está morrendo, Richard. Entretanto, o destino tem um plano diferente para Joseph quando sua vida começa a se atormentar com acontecimentos estranho, e aparições constantes do número 11. A curiosidade transforma-se rapidamente em obsessão, e Joseph logo percebe que esse número tem um significado terrível não apenas para si mesmo, mas, possivelmente, a tudo de religião. Isolado em um país estrangeiro somente com o apoio de sua companheira, Sadie, Joseph logo percebe que 11/11/11 é mais do que apenas uma data, é um aviso.