Boy o quê?

Depois da febre do boy magia (o tipo de cara que a gente quer pegar), vem o ataque do boy lixo – o que não presta nem aqui nem na China

1. O roommate: Assim que termina um namoro, já arruma outra. Detalhe: todas mudam para o apê dele no primeiro mês. A prioridade desse cara é rachar o aluguel.

2. O vilãozinho de novela: Adora um drama. Grita alto para os vizinhos ouvirem. “Vagabunda!” é seu xingamento favorito. Cuidado: cedo ou tarde ele também decide fazer o Baltazar (o cara de Fina Estampa, da Globo, que batia na mulher).

3. O amnésico: Vocês ficam e ele some por meses. Quando se encontram, ele finge que nada aconteceu. Combina de sair num sábado e esquece. Ele também não lembra que ficou com você no domingo num clima de namoradinho e beija outra bem na sua frente em uma festa na terça.

4. O bloqueado: Ele não pode ouvir a palavra namoro. Se faz de coitado, traumatizado e diz que não está pronto para assumir uma relação para a sociedade. Até que você cansa e dá um pé na bunda do cara. Na semana seguinte ele muda o status do Facebook para “em um relacionamento sério”. Com outra.

5. O papagaio de pirata: Ele só fica com garotas famosinhas. Sua meta é ganhar seguidores no Twitter por meio dos RTs da namorada, entrar vip como acompanhante dela nas baladas e ser convidado para atacar de DJ. Quando ganha notoriedade, ele sempre termina, seguindo carreira solo.

6. O boy pizza: Não sai de casa nem no sábado à noite. Escolhe sua “vítima” pelo chat do Face ou entre as mensagens recentes do celular. E ela que apareça pronta para o abate – de carro, claro, porque o cara não leva mulher em casa.

7. O progressão geométrica: Sempre que você pesquisa entre conhecidas, ouve que ele foi cachorro com pelo menos três amigas de cada. E assim vai. E você ainda fica com ele e entra na próxima equação, com mais outras duas coitadas.

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Dicas rápidas pros it pobrinhos em Nova York

Dicas rápidas pros it pobrinhos em Nova York

Pra ir e vir: faça um Metrocard de uma semana pra não ter que ficar comprando ticket toda hora (custa 31 dolares a semana).

Pra ter 4g e humilhar as inimigas no instagram: compre um chip de 10 dolares + algo em torno de 3 dolares o dia da T Mobile, além do 4G você pode fazer ligações locais e mandar SMS pras marcar os rolês com os amigos que conhecer na balada.

Pra não se individar: compre todas as muambas de fast fashion e farmácia no primeiro dia, lentamente e sem pressa prove as lojas inteiras, assim mata a vontade de entrar em cada H&M, algo desnecessário (eu juro).

Pra não cair na tentação de comprar roupa todos os dias: marque jantares cedo, seguidos de baladas, assim fica com bode de carregar sacolas no restaurante e na buáti.

Pra não ver seus dólares evaporando: não compre presente pra ninguém. Infelizmente a realidade é essa e as pessoas que fiquem felizes que você viajou e trouxe histórias pra contar.

Pra ter uma dieta balanceada e barata: coma hot dog, hambuger e todas as porcarias baratas e deliciosas que só os Estados Unidos proporcionam, quando voltar pra casa se interne na academia.

Pra não usar cartão de crédito e chorar depois: faça um Travel Money, pra comprar no débito e não levar susto no crédito quando chegar em casa, eles são aceitos em todo lugar e dá pra recarregar no caso de fazer a louca e ligar pra mãe chorando pedindo uma doação de 200 dólares. Tem no seu banco mas nessa viagem nós ganhamos o CI Travel Money pra testar da CI, que é mais que minha parceira e já me mandou pra passar um mês em Barcelona (it pobrinha também ganha presentes daora, viu?).

Lambe-lambe cadavérico

Lambe-lambe cadavérico

O street-artist e ilustrador francês Eric Lacan, aka Monsieur Qui, é bem conhecido pelos grandes lambe-lambes que anda colando por Paris, Marseilles e Londres.

Suas formas expressivas contém faces femininas para detalhar caveiras e outras coisas. Monsieur Qui diz que seu estilo “imediatamente o atraiu: intervir na rua, transformando lugares, gerando uma imagem com um impacto significativo, sem precisar das ferramentas tradicionais do graffiti.”

A vingança secreta de Frida

A vingança secreta de Frida

O exilado Leon Trotsky com seus 58 anos, e sua segunda esposa, Natalia Sedova foram para Tampico, México, onde o muralista trotskista Diego Rivera e Frida Kahlo moravam. Diego havia lhe oferecido asilo político.

Diego não pode ir para o primeiro encontro com os trotskistas pois estava doente, mas sua jovem mulher, Frida Kahlo compareceu. Frida conheceu os jornalistas, comunistas e oficiais de governo.

Ainda ferida pela descoberta das traições de Diego com a sua irmã Cristina, Frida não perdeu tempo em flertar com Trotsky. Naquele verão, seu affair se consolidou em algo. Alguns encontros clandestinos do casal foram na casa de Cristina, a irmã vacilona de Frida. Ambos conversaram em inglês na frente de seus esposos, língua esta, era incompreensível no caso de Natalia. Trotsky também mandou cartas de amor para Frida dentro dos livros que emprestou a ela.
Diego e Natalia eventualmente descobriram o affair “proibido”. Surpreendentemente, ele deixou Trotsky ficar em sua casa, ao invés de correr atrás dele com uma arma.

Trotsky deixou para trás o auto retrato que Frida dedicou à ele. “Between the Curtains”. Na pintura, Frida está segurando um documento que diz, “Para Trotsky, com muito carinho, eu dedico está pintura. 7 de Novembro de 1937. Frida Kahlo, São Miguel, México.” 7 de Novembro é o dia de aniversário de Trotsky.

Vou transcrever trecho do capítulo 5 do livro da Jana Rosa / Jana Rosa: “COMO TER UMA VIDA NORMAL SENDO LOUCA”. LEIAM, VALE A PENA!

“Ensinamento 5: quinze maneiras de ter fama de cool enquanto só fica em casa vendo BBB

Hoje em dia todo mundo quer ser cool. Muito cool. Não basta ser legal, tem que ser legal em inglês, que é diferente do legal que usamos pra descrever um amigo. O Cool é o que existe de mais descolado, moderno e antecipado nas tendências.

Muito antes de aquele bar inaugurar, o cool já esteve lá e já sabe qual drink vai pedir. Revista pra gente cool? Tem muita imagem-conceito e textos escritos em polonês. Música é o que os move, mas a banda precisa ter um nome enorme e em inglês, tipo “Castors of the balance of the lezard” ou “Stereo Roses Ghost Mother”, e assim que essa banda chega para tocar no Brasil, automaticamente eles já não gostam mais.

Nada pode ser mais cool do que falar que não aguenta mais uma balada, de que o lugar mudou e que a galera não vai mais pelo som. Aliás, nada pode ser mais cool do que sempre reclamar de tudo na vida. E ter o que falar sobre todos os assuntos, ter muita opinião (ou embasamento, uma versão cool para opinião).

Ser cool é sinônimo de mistério, porque ninguém nunca sabe se a pessoa cool é rica ou pobre, com o que trabalha exatamente, qual é de fato a sua turma e se é verdade que ela foi para a Suíça no fim de semana passado. Mesmo porque, ela sempre tuíta ou fala metade em francês e metade em alemão, já que inglês é praticamente o português deles.

Os cool odeiam demonstração de afeto, pode reparar, eles estão sempre com os seus amigos cool fazendo cara de quem está odiando estar com seus amigos cool. Eles não bebem refrigerante – o chá é o novo refrigerante, por isso eles só bebem chá. Além disso, eles acham moto muito mais legal do que carro, só que eles mesmos constroem a própria moto, peça por peça, porque é muito chique ser meio mecânico.

Mas na verdade, todo mundo sabe, essas pessoas que se fazem de cool são sempre as que ficam em casa vendo BBB e comendo pipoca de micro-ondas. E existe programa melhor do que esse? Não! Por isso apoiamos os cool e suas atitudes em redes sociais e nos espelhamos neles para criar uma vida de mentira e conforto, em que comemos massa e tomamos vinho rodeados de amigos inteligentes que não existem…”

Já tô na metade do livro! É muito legal e ri em vários trechos!
Comprem! Comprem! Comprem!
R$ 19,90 no site da livraria cultura!
http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=42148827&sid=206123239151028405987720667

yayoi kusama: obsessao infinita no CCBB RJ – Clinical yey Klein

yayoi kusama: obsessao infinita no CCBB RJ - Clinical yey Klein

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Yayoi Kusama: Obsessão Infinita no CCBB RJ

Yayoi-Kusama-Abre

Está em cartaz no Rio de Janeiro, a exposição “Infinite Obsession” – Obsessão Infinita da artista japonesa Yayoi Kusama. A mostra é uma retrospectiva do seu trabalho, e está em cartaz no CCBB e chega à Brasília e também em São Paulo no ano que vem. Com 84 anos, a criativa artista é obcecada por bolinhas e vive por que quer em uma clínica psiquiátrica em Tóquio desde 1977, e é de lá que produz suas obras.

Quando sua obsessão, que começou como uma doença, antes mesmo de se transformar em arte, Yayoi tinha apenas 10 anos de idade. Todo esse conflito interno e intenso lhe rendeu várias exposições, colaborações e prêmios internacionais ao longo de sua carreira. A artista ficou conhecida por suas performances e happenings, como festivais de body painting, desfiles de moda e demonstrações anti-guerra, transformando espaços públicos em uma tela em branco. Em 1966 levou à Bienal de Veneza uma das suas performances mais famosas – Narcisus Garden – composta por uma piscina de bolas espelhadas onde a artista mergulha. A obra foi reproduzida no Instituto de Arte Contemporânea de Inhotim, em Minas Gerais.

Esta exposição que percorrerá a América Latina é composta por uma centena de obras, cobrindo o período de 1949 a 2012, e foi inaugurada no museu Malba, em Buenos Aires, em junho deste ano.

Serviço

Yayoi Kusama “Infinite Obsession”

12.10.2013 a 26.01.2014: Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro

17.02.2014 a 27.04.2014: Centro Cultutal Banco do Brasil, Brasília

21.05.2014 a 27.07.2014: Instituto Tomie Ohtake, São Paulo